Dirigente sindical destaca importância de elaboração de Plano de Habitação Rural em Ipanguaçu
O sindicalista descreveu que muitos filhos
de colonos contemplados com um lote há 15 ou 20 anos já se casaram e têm
sua própria família, e como continuam morando com os pais acabam
construindo casas de taipa porque não é permitido construir uma de
alvenaria dentro da área geográfica do projeto de assentamento rural.
‘João das Peças’ relatou que, por conta da dificuldade financeira, estes
filhos e filhas de colonos preferem ficar dentro do projeto a migrar
para o centro urbano onde teriam que arcar com aluguéis caros.
Ele
frisou que este pessoal vive da agricultura familiar e não tem dinheiro
para se mudar para a cidade, daí optam por ficar onde estão e, como a
família aumentou, constroem uma casinha de taipa dentro do lote dos
pais. Ele enxerga que, com o Plano de Habitação Rural, cujos primeiros
passos estão sendo dados pela administração municipal, através da
Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, possa surgir uma alternativa
para superar o obstáculo imposto pelo Incra.
Declarou que torce que, com
o Plano, o Incra possa rever esta posição de não deixar construir novas
casas de alvenaria dentro dos lotes. Por meio de Edital de Convocação a
diretoria do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de
Ipanguaçu definiu para o dia 31 de março, domingo próximo, às nove da
manhã, na Escola Municipal Maria Natália de Souza, na localidade rural
de Luzeiro, a realização de sua Assembleia Geral Ordinária. Um dos itens
da pauta é a apresentação, discussão e deliberação plenária da
prestação de contas da entidade relativa ao exercício de 2012. Outros
assuntos de interesse dos associados também serão abordados
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